Sábado, 12 de Setembro de 2009

Como se mede a vida

A vida não se mede somando pontos.
A vida não se mede pelo número de amigos que tens, nem pela forma que os outros te aceitam.
Não se mede segundo com quem sais, com quem costumavas sair, nem pelo numero de pessoas com quem saíste, nem por se nunca saíste com ninguém.
Não se mede pelo número de pessoas que beijaste.
Não se mede pela importância da tua família, pelo dinheiro que tens, pela marca de carro que conduzes, nem pelo local onde estudas ou trabalhas.
Não se mede pela tua beleza física, pela marca de roupa que vestes, nem pelos sapatos, nem pelo tipo de musica que gostas.
A vida não é nada disso.
A vida mede-se segundo a quem amas e a quem magoas.
Mede-se segundo a felicidade ou tristeza que proporcionas aos outros.
Mede-se pelos compromissos que cumpres e pelas confianças que atraiçoas.
Mede-se pelo sabor que deixas na boca dos outros com a tua presença e com os teus comentários.
Trata-se da amizade, a qual pode ser usada como algo sagrado ou como uma arma.
Trata-se do que se diz, o que se faz e o que se quer dizer ou fazer, seja maléfico ou benéfico.
Trata-se dos juízos que formulas e a quem ou contra quem os comentas.
Trata-se de a quem ignoras intencionalmente.
Trata-se dos ciúmes, do medo, da ignorância e da vingança.
Trata-se do amor, o respeito e o ódio que tens dentro de ti, de como o cultivas e de como o regas.
Principalmente trata-se de se usas a vida para alimentar o coração de outros.
Tu e só tu escolhes a forma como vais afectar os outros, e essas decisões são do que trata a vida.
A vida será tão justa contigo como é com os outros.
Fazer um amigo é fácil, uma graça.
Ter um amigo é um dom.
Conservar um amigo é uma virtude.
Ser um amigo é uma honra.
Mas a vida fala de ti, por aqueles amigos que fielmente soubeste conservar.
Por aqueles a quem te soubeste entregar sem exigências.
Aqueles que quando não estás choram a tua ausência.


Alma às 08:21
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11 comentários:
De Anónimo a 12 de Setembro de 2009 às 18:09
Ola alma.Eu sou o que penso.Eu sou o que sinto.Ao procurar a minha verdade,descubri que desde sempre sou eu que escolho o que sinto o que penso e quem sou. Descubri que nao gosto da minha forma de SER de estar na vida.Mesmo que as feridas me marcasem para sempre,cabe-me a mim escolher a minha maneira de viver.A vida toma valor quando descudro os meus valores.A vida toma valor quando deixo de julgar os outros pelo meu mal esta.A vida toma valor quando deixo de me sentir como o inocente .Avida toma valor quando tiro a mascara e mostro o meu verdadeiro eu.A vida toma valor quando sou sincera comigo propria.EU TENHO VALOR PORQUE EXISTO AQUI E AGORA.Eu tento abrir-me para novas formas de pensar e estar na vida.SEM FRONTEIRAS.viel spass


De Alma a 15 de Novembro de 2009 às 19:17
Olá

Temos de ter a capacidade de reconhecer o que somos, mudar e perdoar.


De lua de inverno a 14 de Setembro de 2009 às 23:02
Boa noite...

... Este seu texto... tem muita verdade mesmo...

Lua de Inverno


De Alma a 15 de Novembro de 2009 às 19:09
Olá Lua

Obrigado pelo comentário


De Umnovocomeço a 28 de Setembro de 2009 às 02:51
Falas de umas pessoas que poderias classificar como normais ou ideais. O homem são e normal pode apreciar o que faz e tu podes medi-lo.
Mas o que é normal? Quem é normal? Muitos tem pequenas modificações no seu equilibrio quimico do corpo. Eles e os outros não sabem que, e porque são diferentes.
Não sabem como ser um homem bom, amado, não tem a liberdade de escolher as suas acções. É o egoista, por exemplo, um doente?
Aqueles doentes são a maioria dos homens?
Quantos conheces que satisfazem a tua qualificação?
Quantos alimentam o teu coração?
Eu não sei quantos chorariam a minha ausencia... e penso que sou normal.

Um abraço


De Alma a 15 de Novembro de 2009 às 19:08
Olá

Eu não tenho a medida para medir quem é normal ou não. Isso é julgar e eu não me considero capaz de o fazer.
O que te posso dizer é que temos de evitar prejudicar os outros, estando conscientes do que fazemos. É a melhor forma de nos sentirmos bem.
Eu não, não conheço muitas pessoas que sejam assim, mas apenas algumas e são as mais faceis e a que te deixam o gostinho na boca, e quando faltarem chorarei por elas, e espero que elas o façam por mim. Se não o fizerem não faz mal...
Cada um escolhe o seu caminho e a forma de o seguir, e não é por isso que é doente.

Obrigado


De Gaivota livre a 28 de Setembro de 2009 às 16:52
Boa tarde,

O factor comum a todos os pontos que mencionas, é a felicidade ou a falta dela, seguramente podemos juntar muitos mais, a vida consiste numa infinidade de factores, mas apesar de tudo, concordo com essas especificações, acredito que a muita gente lhe faria falta reflectir sobre o que escreves.


De Alma a 15 de Novembro de 2009 às 18:56
Olá

Creio que mais do que a tua própria felicidade, é a que fores capaz de dar àqueles que te rodeiam e asim se repercuta em ti.

Obrigado


De Ventania a 29 de Setembro de 2009 às 02:26
Ola Alma

Eu acho que a vida mede-se segundo a forma como actuamos, como pensamos, como somos... assim colhemos os frutos para o bem e para o mal.
A vida dá-te e tira, sobe e desce, aprova e reprova, ensina, segundo após segundo permanece, e deixa que apesar de tudo, as oportunidades nos proporcionem uma nova mudança. Não a meço, classifico ou selecciono por classes sociais, económicas, religiosas ou raças, bebo-a em golos pequenos mas intensos até à ultima gota.

Beijos


De Alma a 15 de Novembro de 2009 às 18:22
Olá Ventania

Eu também a bebo com pequenos golos para não me engasgar, porque já estive quase a afogar-me.

Beijos


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