Sexta-feira, 5 de Novembro de 2010

Cinderella

Quero ser alguém para ti, ser especial,
que ao pensares em mim te escape um sorriso,
que brilhem os teus olhos, que acelere o teu coração...

Quero estar nos teus sonhos,
na tua realidade,
que todos os momentos da tua vida façam parte dos meus.

Quero que penses em mim como eu penso em ti,
ver os teus sentimentos puros e sinceros,
sentir na minha pele as emoções da tua.

Quero que a nossa história seja uma história de amor,
um conto de fadas com final feliz.
E quero que também tu o queiras!


Alma às 23:59
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Sábado, 5 de Junho de 2010

Palavras

Na tentativa de entender o mundo, muitas vezes perco-me em palavras que sei serem ocas, sem sentido, tentando acreditar nelas a qualquer custo, decepcionando-me em seguida quando acontece o inevitável e me apercebo que eram vazias de significado. Afinal, as palavras são palavras, nada mais, e se não forem acompanhadas de actos perdem-se no tempo, perdem a sua força e transformam-se num passado distante e irreal do que uma vez foi um sonho.
Não que sejam sempre falsas, mas sós não têm o poder de perdurar numa vida repleta de mudanças.
Por vezes, são palavras ditas com o intuito de alcançar um objectivo, outras, são palavras em parte sentidas. Meias palavras, meias verdades... e cada qual tem de interpreta-las, fazê-las suas ou deixá-las voar como notas de música ao vento.
Palavras que mudam com cada resposta, cada gesto, cada acção... impossível saber para onde vão, e dificilmente descobrir de onde realmente vêm.
As palavras têm a capacidade de se transformar, podendo adaptar-se ao meio, adoptando a forma dos lábios que lhes dão vida e dos ouvidos que as recebem, são rosas e espinhos...
E neste mundo, muitas vezes, são tudo por serem a forma básica de nos fazermos entender.


Alma às 23:41
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Sábado, 22 de Maio de 2010

Ontem, tu e eu

Descalço, sentindo a areia branca da praia na planta dos pés, deixei voar a minha mente.
Os meus olhos perderam-se na mistura de cores, amarelo, laranja e vermelho que o horizonte me oferecia.
Senti como o cheiro salgado do mar purificava a minha alma e o meu corpo enquanto a minha mente me levava pelos caminhos do pecado.
Estava contigo!
Por momentos perdi a noção do espaço e do tempo.
Apenas uma ínfima corrente de ar separava os nossos lábios, as nossas mãos, os nossos corpos.
A luz da lua devolveu-me a realidade.
Hoje, a corrente de ar é enorme e no entanto sinto-te tão perto...


Alma às 08:36
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Segunda-feira, 17 de Maio de 2010

Escudo de pedra

Dentro de um já velho e quebradiço escudo de pedra, vivia um lindo coração. Certo dia, apareceu não se sabe de onde, um coração moribundo muito ferido e ensanguentado. O já frágil escudo acabou por ceder, partiu-se em mil pedaços caindo ao chão como as folhas no Outono. O coração ferido, ao ver tão útil protecção recolheu-o e forrou-se com os mil pedaços para estancar a sua hemorragia.
Agora, a detentora de tão belo e nobre órgão, pensa mais com o coração que com a razão.
Há momentos para tudo, até para nos deixarmos levar... em busca da felicidade.


Alma às 06:59
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Sábado, 1 de Maio de 2010

ADEUS

Hoje despeço-me de ti, das tuas recordações que tardavam em desaparecer, do amor que sentia por ti, das lágrimas que a cada noite derramei, da ansiedade que sentia ao pensar em ti, da intranquilidade...
Não me valorizaste, não me respeitaste, usaste-me descaradamente e foste tu quem deitou tudo a perder, mas a minha consciência está tranquila porque apenas te quis fazer feliz, com os meus enganos e erros, mas ninguém é perfeito.

Depois de tudo de mal que passei por ti e no poço sem fundo em que me encontrava, agradeço que tenhas passado pela minha vida, apesar de teres deixado o sabor mais amargo que se possa provar, deixaste-me algum ensinamento, aprendi a valorizar-me, a ver o mundo para além dos teus olhos, a perceber que há um mundo depois de ti.

Acabou! Agora sou a minha lei, a minha palavra, o meu corpo, sou eu. Não preciso de ti para ser feliz, mesmo que jamais te esqueça, não preciso de ti.
Sigo com a minha vida, que agora redescubro, tenho tanto para dar e tanto para receber.

Tenho pena não me despedir de ti convenientemente, olhos nos olhos, mas tu assim quiseste. Havia muitas coisas por dizer, umas boas outras nem por isso.

Espero do fundo do coração que te consigas tratar e que encontres alguém que te faça feliz.

Por ultimo, despeço-me para sempre da pessoa que deixaste caída, da qual apenas restavam pedaços, a que deixou tudo por ti.

ADEUS


Alma às 23:48
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Domingo, 25 de Abril de 2010

Tudo muda

Tudo muda com o tempo.
A forma de pensar que tinha há 10 anos não é a mesma com que penso hoje.
Mudam os sentimentos, mudam os gostos, os desejos, os sonhos...
Mudam os amigos, as necessidades, muda a família...
No entanto a mudança que mais influenciou a minha vida, nem sempre a vejo... a minha mudança pessoal, o modo de interacção com o mundo.
Tudo muda com o tempo...
Tudo muda com as nossas mudanças.


Alma às 22:29
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Segunda-feira, 19 de Abril de 2010

Sinto a tua falta

Sinto muito a tua falta!
Talvez não sinta falta de ti mas sim do que me fazias sentir.
Sinto falta dos momentos, da ilusão da espera, dos rituais antes de te ver.
E penso que sinto a tua falta...
Talvez não sinta falta de ti porque poderias ser qualquer uma, e fazer-me sentir o mesmo, a mesma vontade de te ver, de te sentir, de te tocar...
Sinto falta de alguns sonhos que sem ti não existem,
Sinto falta da esperança de um novo dia igual a tantos outros,
Sinto falta das borboletas que voavam nas minhas entranhas.

Sabes?
As borboletas ainda existem mas estão cansadas, já não voam como antigamente, aceitaram a nova condição de borboletas sem asas.
Passam o dia adormecidas e à noite...

Nessas noites em que sinto a tua falta, quando te procuro e não te encontro, quando duvido que tenhas sido tão real, quando realidade e imaginação se unem, quando a minha loucura me domina e te chamo silenciosamente.

Sim, sinto a tua falta!


Alma às 22:38
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Sexta-feira, 16 de Abril de 2010

Onde nasce o ódio

O ódio é um sentimento que aniquila, destrói aquilo onde toca e a quem toca. É o desejo de dor alheia.
O ódio, assim como tudo o que é negativo, surge do medo transformado por uma expectativa, um desencontro, por um desejo não realizável pela implicação de uma circunstância ou de uma decisão não partilhada. Surge do choque de ideias inflexíveis ou do encontro com alguém em quem projectamos os nossos medos ou que, de alguma forma, fez florescer os mesmos.
Odiar alguém supõe a intenção da sua dor através da nossa raiva por qualquer que tenha sido a sua actuação no nosso desencontro. Odiá-lo, assim como ama-lo, é decisão nossa (sem necessidade de consenso), logo não se pode atirar à cara de quem se odeia o ódio que se processa, porque o ódio nasce dentro de nós, por isso para apagar o ódio só podemos apagá-lo em nós, entender porque nasceu, em que nos afecta, e qual o vinculo que há entre a causa e o sujeito pelo qual nasceu. Ao observar tudo isto descobriremos que o ódio surge de uma falta de aceitação, seja própria ou alheia, e que por vezes o único que podemos fazer é perdoar e afastar-nos, porque o ódio descontrolado é como o fogo; arrasa tudo... por nada...

Não odeio ninguém


Alma às 23:38
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Quinta-feira, 15 de Abril de 2010

Dizem que

O amor é sempre novo. Não interessa que amemos uma, duas ou dez vezes na vida, estaremos sempre perante uma situação desconhecida.
O amor pode levar-nos ao inferno ou ao paraíso, mas leva-nos sempre a algum sitio.
É necessário procurar o amor onde quer que esteja, mesmo que isso demore horas, dias ou semanas de decepção e tristeza.
Há que encontrá-lo, e para isso teremos de o desejar do fundo do coração para que venha até nós ou para que possamos ir até ele.


Alma às 21:06
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Quarta-feira, 14 de Abril de 2010

A busca

Vasculhei todo o quarto, passando pelo espelho, o armário e pelas minhas mãos.
Levantei a almofada e sacudi os meus sonhos.
Abri cada porta, gaveta e caixote.
Destapei o guarda-jóias e as caixas de musica.
Desmontei a televisão, as cadeiras e as minhas entranhas.
Espreitei debaixo da cama, entre os lençóis, por cima da cómoda, por detrás das tuas fotos.
Remexi as minhas palavras, as minhas promessas e os meus Sábados...
mas não te encontrei... apenas o teu cheiro que perdura no pijama.


Alma às 23:41
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Terça-feira, 13 de Abril de 2010

Não me lembro...

...de quando o fiz pela última vez.
Apenas me lembro que era bom.
Tenho tantas saudades...
...de sorrir.


Alma às 14:06
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Segunda-feira, 12 de Abril de 2010

201 dias

Hoje enchi-me de recordações.
Recordações dos 201 dias mais felizes da minha vida.
Recordações de olhares e sorrisos cúmplices, de promessas perdidas no tempo, de vazio e de plenitude.
Recordei cada lugar, cada sentido, cada momento.
Momentos únicos, irrepetíveis, graças a ti.
Alguns perdidos no passado, outros lutando pelo presente.
Algumas recordações vivem em mim como sinais apenas perceptíveis, outros são cicatrizes que o tempo curará à sua maneira e que apenas recordo como se fizeram.
Ficaram os bons momentos, a parte feliz, a recordação doce do passado.
Há momentos que desejava reviver com a mesma intensidade, outros que gostaria de poder mudar para que fossem como tantas vezes sonhados.

E no entanto... todos são perfeitos!

Obrigado por tudo.

Amo-te muito.


Alma às 23:49
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Sábado, 10 de Abril de 2010

Se as minhas lágrimas falassem

Se as minhas lágrimas falassem...
só mencionariam a tristeza que existe no meu coração...

Se as minhas lágrimas falassem...
explicavam-te o porquê de tanta dor...

Porque nascem nos meus olhos brilhantes
e nunca morrem no meu rosto...

Se as minhas lágrimas falassem...
contariam porque a minha alma está desfeita.

Se apenas te falassem...
transmitiriam a nostalgia que sente a minha alma...

Se as minhas lágrimas falassem...
finalmente descobririas o peso que tem a minha consciência.

Se apenas te falassem...
morrerias nesse instante... de pena.


Alma às 21:02
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Sexta-feira, 9 de Abril de 2010

A tristeza

Inesperadamente, sem nenhum tipo de convite, com a subtileza de uma gota de orvalho penetrando nas entranhas, chegou até mim a tristeza.
Não sei por onde entrou, mas desde logo se fez notar quando se instalou.
Procurou um local quentinho onde nidificar, onde pudesse espantar o frio que traz agarrado.
O meu coração, o eleito para acomodar o seu choro e uma dor perfurante deu-me o alerta de intruso.
Rejeita-la quis com todas as minhas forças, com rizadas gargalhantes, que lhe doem e a fazem esconder até terem passado e então faz uma nova excursão pelo meu ser, como doloroso castigo.
Primeiro visitou o meu estômago e apagou de um sopro a vontade de comer, outro dia as minhas pernas que deixou paralisadas, os meus braços, a minha cabeça e em cada recanto, deixou marcada a sua pegada.
Há já algum tempo que se apoderou de mim, continuando a minha alma a se esconder dela desde o primeiro dia a busca sem descanso. A sua insistência é tenaz e a cada tentativa deixa-me profundamente ferido.
Cada amanhecer é uma luta constante para seguir em frente.
Não lhe digam nada pois encontrei o seu ponto fraco, o lugar onde vive que a mantém dentro de mim.
Se lhe tiro o calorzinho, morrerá sem alcançar o seu objectivo.
O sacrifício que é suposto arrancar o meu coração, vale a pena.


Alma às 23:56
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Domingo, 4 de Abril de 2010

Onde estás?

Onde deixamos as palavras de amor?
Quando é que as trocamos por punhais?
As mesmas palavras, as mesmas duas bocas que se uniam em suaves beijos...
Palavras antes doces, agora amargas.
Em que momento mudamos tanto que deixei de te conhecer?
Recordo noites de sonhos e desejos, esperança no futuro, planos de passeios ensolarados...
Onde está isso tudo?
Não é passado...
Hoje temos os mesmos sonhos, os mesmos desejos, as mesmas esperanças. Talvez tenhamos ainda mais.
E no entanto... não fazemos mais que nos odiar.


Alma às 02:45
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Sábado, 3 de Abril de 2010

O que é o amor?

O amor é um cúmulo sensações, emoções e sentimentos que chega a ser tão forte e poderoso que no seu extremo é irresistível.

É tão grande o sentimento que embarga o ser humano nesse momento, que não pensa, não raciocina, apenas se deseja estar com o ser amado a todo o custo, tudo ao redor muda de significado, os pequenos detalhes ganham grande importância, esquecendo-se por vezes de levar uma vida activamente normal.

O amor, diz-se que é um mal-estar no estômago que se apodera da nossa vontade e não ouve razões. Vive dentro de nós, manifestamo-lo em alguém especial desejando brotar tudo de bom que se tem para dar, e quando esse alguém se vai embora, não é o amor que se perde, esse permanece aí, precisamente onde nasceu porque o amor é a nossa essência e aí continua adormecido, expectante para encontrar outro ser humano que sinta e partilhe gostos e desejos, sonhos e ilusões.

O amor entrega-se, partilha-se, manifesta-se de todas as formas e condições possíveis, sem olhar a religiões ou culturas. Todos o sentimos, todos o transmitimos, é o amor que move o mundo, é a ternura, o carinho, o respeito aos outros. O amor tem de ser demonstrado quando é preciso, sacrificado quando necessário.

O amor em si é o sentimento que te faz amar, sofrer, chorar e perdoar. Nasce dentro de nós e aí permanece esperando ser acordado e manifestar-se em toda a sua magnificência, e digo isto porque é maravilhoso viver enamorado, albergar no nosso coração tão delicado sentimento, faz-nos estremecer as emoções, sonhar com o possível e chorar o impossível.

É tão maravilhoso que nos acorda de noite, faz-nos sonhar acordados, alegra-nos quando o temos e morremos quando o perdemos, e mesmo assim continuamos amando.


Alma às 23:33
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Sexta-feira, 2 de Abril de 2010

A porta

-Então vemo-nos amanhã?

-Claro que sim, não iria embora sem antes me despedir de ti...

Passaram as horas. Ela olhava para a porta fechada. Pela janela via carros e pessoas em movimento... A porta não se abria!
Cansada de esperar, com os olhos cobertos de tristeza, levantou-se do sofá e abriu a porta.
No chão estava um bilhete:

"Vim despedir-me e encontrei uma porta fechada"


Alma às 20:28
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Terça-feira, 23 de Fevereiro de 2010

Quando não há opção

Vivo num sonho que é a minha vida no qual tu és a protagonista, vivo uma fantasia que é a minha realidade na qual tu és a faísca, faísca de ignição que faz com que tudo funcione, que tudo tenha sentido, que nada esteja a mais. Vivo pendente de um segundo enquanto passam as horas e os dias, porque apenas um segundo, um sorriso teu, pode mudar o rumo do mundo, pode mudar o sentido do universo...

Às vezes pergunto-me se isto tudo é real ou estou a inventar, se só é uma tentativa de acreditar no que não creio... é difícil entender isto imensamente belo que sinto.
Nunca acreditei nos contos de príncipes azuis que montam cavalos brancos para resgatar a sua princesa, nunca acreditei nos guiões de filmes de amor que a história nos deixou, nunca acreditei no destino, e pode ser que, mesmo que assim o tenha desejado, nunca tenha acreditado no amor. Poderia dizer que alteraste tudo, mas não seria verdade, continuo a não acreditar nesses contos, continuo a não acreditar nesses guiões de amor, mas hoje, sim acredito no amor, porque seria um delito e uma estupidez dizer que não acredito em ti, e posso até dizer hoje, acredito que o meu destino és tu.
Amar-te não é uma opção na minha vida, amar-te não é uma coisa que possa escolher, amar-te converteu-se na minha forma de vida, no meu sentido de viver.


Alma às 08:50
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Sábado, 26 de Setembro de 2009

A flor não nasce bonita

"A flor não nasce bonita... Nasce para ser uma flor.
A sua beleza requer que quem olhe para ela tenha capacidade para a descobrir.
Podem passar a seu lado centenas ou milhares de pessoas, mas alguns nem sequer se apercebem da sua existência.
Outros não encontrarão nela nada singular que a destaque da paisagem envolvente.
Haverá também aqueles que pensarão que apenas é mais uma flor.
Talvez apareça quem lhe dedique alguma atenção atraídos pelas suas cores e seguirá o seu caminho...
Mas em algum momento aparecerá quem não a considere apenas mais uma flor, e tenha todo o tempo necessário para se deleitar a observa-la em cada milímetro, descubra novas sensações ao acariciar suavemente as suas pétalas, e não passe ao largo, mas decida que é uma flor demasiado bonita para não a conservar...
Assim, com profundo cuidado e amor, cavará em torno da sua raiz e com todo o seu carinho e atenção a levará para o seu jardim onde a cada momento possa tê-la por perto para a cuidar, apreciar, deixar-se cultivar por ela... para a amar.
E não lhe vai pedir para mudar a sua cor, a sua forma, o seu perfume...
Ela nasceu flor.
Ela nasceu assim.
Também assim a tua vida pode ser como essa flor... talvez passem centenas ou milhares de pessoas ao teu lado sem que se apercebam do teu valor, dos teus sentimentos, da tua própria existência.
Até que alguém com a necessária capacidade interior te descubra no meio do mundo, ponha em ti os seus olhos e faça de ti parte do seu mundo sem que para isso te tenha de modificar ou mostrar numa forma diferente.
Alegra-te de teres nascido como és e aguarda a chegada desse grande dia."

Dedicado à minha Jardineira


Alma às 23:08
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Sexta-feira, 18 de Setembro de 2009

Novamente jovem

Há já umas semanas que a frase "não me interessa se vou morrer agora mesmo" deixou de fazer sentido. Tenho vontade de viver, de ser feliz, de beijar, de me apaixonar perdidamente, de sair, de respirar... tenho vontade de ser novamente jovem, e não quero saber se o mundo está mal, não quero saber de nada porque já sacrifiquei a minha felicidade por me preocupar com algo que não posso solucionar. Daqui em diante dedicar-me-ei a viver, a não me arrepender de algo que não fiz... de te dizer vem e te dar um beijo mesmo que não sejas a mulher da minha vida, ou talvez sim??? Não vou parar para pensar nisso, simplesmente vou desfrutar-te enquanto puder e quiser... porque mereço ter novamente 18 anos...


Alma às 20:06
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Sábado, 12 de Setembro de 2009

Como se mede a vida

A vida não se mede somando pontos.
A vida não se mede pelo número de amigos que tens, nem pela forma que os outros te aceitam.
Não se mede segundo com quem sais, com quem costumavas sair, nem pelo numero de pessoas com quem saíste, nem por se nunca saíste com ninguém.
Não se mede pelo número de pessoas que beijaste.
Não se mede pela importância da tua família, pelo dinheiro que tens, pela marca de carro que conduzes, nem pelo local onde estudas ou trabalhas.
Não se mede pela tua beleza física, pela marca de roupa que vestes, nem pelos sapatos, nem pelo tipo de musica que gostas.
A vida não é nada disso.
A vida mede-se segundo a quem amas e a quem magoas.
Mede-se segundo a felicidade ou tristeza que proporcionas aos outros.
Mede-se pelos compromissos que cumpres e pelas confianças que atraiçoas.
Mede-se pelo sabor que deixas na boca dos outros com a tua presença e com os teus comentários.
Trata-se da amizade, a qual pode ser usada como algo sagrado ou como uma arma.
Trata-se do que se diz, o que se faz e o que se quer dizer ou fazer, seja maléfico ou benéfico.
Trata-se dos juízos que formulas e a quem ou contra quem os comentas.
Trata-se de a quem ignoras intencionalmente.
Trata-se dos ciúmes, do medo, da ignorância e da vingança.
Trata-se do amor, o respeito e o ódio que tens dentro de ti, de como o cultivas e de como o regas.
Principalmente trata-se de se usas a vida para alimentar o coração de outros.
Tu e só tu escolhes a forma como vais afectar os outros, e essas decisões são do que trata a vida.
A vida será tão justa contigo como é com os outros.
Fazer um amigo é fácil, uma graça.
Ter um amigo é um dom.
Conservar um amigo é uma virtude.
Ser um amigo é uma honra.
Mas a vida fala de ti, por aqueles amigos que fielmente soubeste conservar.
Por aqueles a quem te soubeste entregar sem exigências.
Aqueles que quando não estás choram a tua ausência.


Alma às 08:21
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Sábado, 22 de Agosto de 2009

O rumor

Numa pequena aldeia morava uma velha com dois netos, um de 17 e a neta de 14 anos de idade. Certo dia, enquanto lhes servia o pequeno-almoço tinha uma expressão de preocupação.
Os netos perguntaram-lhe qual a razão de tal preocupação, ao que ela responde "Não sei, mas acordei com o pressentimento de que algo de muito grave vai acontecer a esta aldeia".
O neto vai ao salão de jogos para mais uma partida de bilhar com os amigos, e no momento em que ia fazer uma jogada muito fácil, o adversário disse-lhe: "Aposto cinco euros em como não a fazes".
Todos se riem. Ele ri-se. Dá a tacada e não consegue marcar a bola. Paga os cinco euros e todos lhe perguntam o que se passou, sendo uma jogada tão fácil e ele respondeu: "É verdade, mas estou preocupado com uma coisa que me disse a minha avó esta manhã sobre algo muito grave que vai acontecer a esta aldeia.
Todos se riram dele, e aquele que ganhou os cinco euros regressa a casa, e diz com ar tanto feliz como de troça à mãe: "Ganhei este dinheiro ao Zeca de uma forma muito simples porque ele é um tótó. Ao fazer uma jogada muito simples ficou perturbado com a ideia de que a sua avó hoje acordou com a ideia de que algo muito grave vai acontecer a esta aldeia"
A mãe responde com ar de reprovação: "Não troces dos pressentimentos dos velhos porque às vezes acontecem".
A sua tia ouve a conversa e de seguida vai ao talho. Chegada ao talho diz ao empregado: "Dê-me um quilo de carne", e no momento em que ele cortava, ela diz-lhe: "É melhor cortar dois, porque andam a dizer que algo muito grave vai acontecer a esta aldeia, e é melhor estar preparada".
O empregado avia a cliente e quando entra uma senhora para comprar um quilo de carne, diz: "É melhor levar dois porque andam a dizer que algo muito grave vai acontecer a esta aldeia, e que já se estão a preparar comprando coisas".
A senhora responde: "Tenho vários filhos, é melhor levar quatro quilos..." Leva os quatro quilos, e para não alongar muito este conto, direi que o talho esgotou a carne em meia hora, matam outra vaca, vende-a toda e vai-se espalhando o rumor.
Chega o ponto em que todos os habitantes da aldeia, estão à espera que aconteça algo.
Todos param de trabalhar ao meio-dia e alguém disse: "Já repararam no calor que está?" Responde-lhe um: "Mas nesta aldeia está sempre calor!" Diz um terceiro: "No entanto, a esta hora nunca esteve tanto calor."
Na aldeia deserta, na praça deserta, pousa um pequeno passarinho e corre a notícia: "Está um passarinho na praça".
Toda a gente vem à praça admirar o passarinho, e diz um: "Sempre pousaram passarinhos na praça" Responde outro: "Sim, mas nunca a esta hora".
Chegam a um estado de tensão tal, que todos querem ir embora mas não têm coragem para o fazer.
-Eu sou muito homem - grita um-. Vou embora.
Pega nos seus móveis, nos seus filhos, nos seus animais, mete-os na carroça e atravessa a praça central onde todos o vêm. Até que todos dizem: "Se este se atreve, então nós também vamos".
E começam literalmente a desmantelar a aldeia. Levam tudo.
Um dos últimos a abandonar a aldeia, diz: "Que não venha a desgraça cair sobre o que resta da nossa casa", e incendeia-a seguido de todos os outros.
Fogem num verdadeiro e tremendo pânico, como um êxodo de guerra, e no meio deles vai a velha que teve o pressentimento, e diz ao neto que está a seu lado: "Viste meu neto, como algo muito grave ia acontecer a esta aldeia?"
A isto chama-se a profecia auto-cumprida. Não dês ouvidos aos rumores. Não sejas tu um instrumento para criar o caos. Vamos construir, não destruir!


Alma às 15:30
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Sábado, 15 de Agosto de 2009

Riqueza ou fortuna

Há muito muito tempo... quando tinha 17 anos fui estudar para a cidade. Conheci uma colega de escola, que passava despercebida não fosse a magia que transmitia só ao passar ao lado. Não sei se eram os seus olhos verdes ou aquele sorriso sincero que não hesitava em brilhar. Não foi a sua amizade que me marcou, ou a paixoneta que tivemos ou até o sorriso que me ficou de recordação da sua passagem pela minha vida. Ela ensinou-me a diferença entre fortuna e riqueza.

Por se tratar de uma história verídica, vamos dar-lhe um nome para a distinguir, vamos chama-la de Laura.

Laura era uma rapariga alegre, risonha mas notava-se uma certa distracção como que encandeada por algum pensamento. Era membro de uma família importante economicamente apesar de não se notar na sua forma de ser e de vestir. Fiquei surpreso quando aquela rapariga simples me convidou para ir a sua casa ;) e me vi diante das portas daquele casarão. Mas notei que os seus olhos perdiam brilho ao entrar naquela casa.

Era outra Laura, inquieta, triste, atormentada. Disse-me para irmos rapidamente para o seu quarto e descobri o porquê da sua reacção. A sua mãe.

A mãe da Laura era uma senhora ricaça que nunca teve de trabalhar, pois tudo provinha da herança e, abituada aos caprichos da boa vida tinha-se convencido que era intocavel e por isso, pensava que tinha o direito de controlar toda a gente como lhe apetecesse. "Assaltou-me" na primeira sala fazendo um sem fim de perguntas pessoais e olhando de nariz empinado com ar depreciativo. Mas notei algo errado, nunca tinha estado antes numa situação idêntica e naquele momento a minha capacidade de reacção era equitativa à minha tenrra idade.

Transposta a barreira matriarcal, fomos para o quarto "estudar". Era uma pequena divisão, muito simples comparativamente com o resto da casa. Laura dirigiu-se à casa de banho para poder trocar de roupa e vestir algo mais comodo visto não poder sair mais de casa. Essa expressão "não poder sair mais de casa" marelou-me os ouvidos. Que se passa nesta casa? perguntei inquieto, intrigado e com desejos de saber a verdade. Laura despiu-se e trocou de roupa. Num descuido ;) dela pude reparar numa enorme mancha no seu braço, era uma ferida profunda que depressa se tapou com a nova camisola (na semana passada vi que ainda tem a cicatriz). Ao por a roupa num cesto caiulhe um par de calças, o qual recolhi e ao fazê-lo, piquei-me. Espreitei e vi algo horrivel. As calças estavam remendadas por dentro com uma especie de gesso e cola. Por fora parecia apenas roto mas por dentro deixava marcas nas pernas de Laura.

-Laura, o que é isto?

-Não te preocupes G.

-Como posso não me preocupar? Estás toda ferida. Tens uma ferida no braço e estas calças magoam-te nas pernas. Como remendaste as calças assim? Compra outras.

-Não fui eu que as remendei... e quem me dera poder comprar outras. -disse olhando tristemente o infinito. -Inclusivamente terei de abandonar os estudos...

E assim começou a contar-me a sua vida. Laura era adoptada. Pela idade, os seus pais poderiam ser seua avós, mas naqueles anos 80, em que o dinheiro e as influências dos ricaços pagavam tudo, isso não era problema. A sua mãe, uma mulher dominante e manipuladora, humilhava-a constantemente dizendo coisas como "és de uma raça inferior à minha...", "recolhi-te do lixo e deverias estar agradecida...", e outros insultos piores. Até com os ciumes que tinha da relação dela com o pai, que era o unico que a ouvia, proibia-a de estar só com ele dizendo que era um homem e ela uma mulher... isso a uma criança de 8 anos, idade que Laura recorda ter sido o inapropriado episódio.

Não podia comprar roupa nem nada, apenas recebia uma ridicula mesada de 3 contos, que para aqueles que não se recordam do escudo, seria mais ou menos 15 euros. Laura, relatou-me os seus maus tratos fisicos e psicologicos, os ciumes de sua mãe porque ela sempre quiz ser bonita e nunca o foi... ao contrário Laura sempre foi um anjo. Mesmo vivendo num inferno era um belo anjo...

-G, vou ter de abandonar os estudos porque apenas me pagam a matricula e não posso viver com 3 contos por mês, fotocópias, livros, etc. Vou embora, já sou maior e ofereceram-me trabalho na discoteca com o qual espero poder poupar e aí sim, continuar os estudos...- fez uma pausa e abraçou-me banhada em lágrimas. - agora quando fores embora, não voltarás a esta casa porque ela escolhe com quem posso estar ou não e apenas gosta de pessoas como ela... e nem tu nem eu somos como ela. Somos muito mais ricos, temos a verdadeira riqueza.
Parecia impossível a força que emanava dela. Certo é que a proibiram de falar comigo ou ver-me, mas cedo se livrou desse dominio e partiu. Fez uma mala, deixou as chaves de casa na mesa e saiu daquela ilha num Sábado de tarde de um mês de Abril.
Não pôde terminar os estudos porque tinha de sobreviver, mas não vive mal e concluiu com esforço um curso de formação profissional, financiado pelo seu esforço e determinação. A tão falada crise também a afecta, mais que a qualquer um, mas estará sempre agradecida por ter escapado daquele inferno e sobreviver às portas do céu. Não conheço ninguém que seja tão rica com tão pouco.
Quero fazer aqui uma homenagem a todas as crianças que nesses tempos foram maltratadas e não tinham atenção. Essas crianças que a assistência social não os protegia porque eram bens, como podia ser o carro ou o cão. A todas essas crianças que hoje são homens e mulheres, quero pedir perdão por uma sociedade que tardou a evoluir (?), que não os soube ouvir e que lhes roubou a infancia merecida.
Parabéns Laura, conseguiste. Tenho pena de outros que não tiveram a tua coragem.


Alma às 09:11
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Terça-feira, 11 de Agosto de 2009

Alguém me entende?

Vi esta noite que a tua luz já não brilha, que o teu coração já não é o que era. Ouvi-te chorar e não gosto nada. Deixa de pensar constantemente em todo o mal que te fez, deixa de pensar nas coisas que já não têm solução, deixa que o tempo apague tudo aquilo que não serve para a tua cabeça, deixa que o tempo vá pelo seu caminho e escolha o melhor. Se isto está a acontecer é porque tem mesmo de acontecer, para despertar o sexto sentido, para saber reagir. Vi como as lágrimas percorriam a tua face e até pude sentir o que ninguém pode ver, senti como sofrias em silencio e como já vias que tudo está perdido. Deixa-te levar pelas tuas emoções e deixa que nós tomemos o controlo, fala-te a tua mente e o teu coração.


Alma às 23:39
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Sexta-feira, 7 de Agosto de 2009

O bode expiatório

Era uma vez um monge que vivia perto de uma aldeia. Um dia vieram os homens da aldeia para o linchar porque tinha engravidado a filha do governador. O monge sorriu e não disse uma palavra.

Bateram-lhe até desmaiar e deixaram-no na margem do rio.

O monge sobreviveu e curou as suas feridas. Poucos meses depois bateram à sua porta e deixaram-lhe o bebé da filha do governador. O monge sorriu e sem dizer uma palavra pegou no menino, tratou dele, cuidou-o, alimentou-o, ensinou-o e viu-o crescer forte e saudável.

Passados muitos anos, a filha do governador que já era mais mulher que filha, assim como o seu pai já não era governador, foi bater à porta do monge.

Disse-lhe que vinha buscar duas coisas: primeiro o seu perdão, porque ela acusou-o sabendo que era o único ser humano da aldeia capaz de tratar do bebé… e em segundo vinha buscar o seu filho, pois já era maior de idade e podia lidar com a ira do seu pai e tratar do menino.

O monge sorriu e sem dizer uma palavra, entregou-lhe o menino.

 

Por vezes, o “menino” que temos de cuidar é uma mentira necessária para que outra pessoa sobreviva na sua própria história pessoal.

 


Alma às 08:50
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Quarta-feira, 5 de Agosto de 2009

Ego. Eu, eu e o mundo.

Há algum tempo comecei a busca de mim mesmo, porque não sabia quem era. Isso frustrava-me e impedia que me pudesse amar. Como podes gostar de ti se não sabes quem e como és? Tudo estava ali, era fácil ver como era, pelo menos para mim deveria ser. Mas não queria aceitar muitos dos meus defeitos e fraquezas, de uma forma hipócrita dizia que sim, mas na realidade odiava ver esses aspectos de mim mesmo, e isso fazia-me afundar e afundar, na minha censura, na minha penitencia e na fuga de mim mesmo.
Acho que finalmente estou a aceitar-me como sou, é certo que não sou sempre a mesma pessoa em circunstancias diferentes, o que me anima, porque há momentos em que me comporto como a pessoa que gostava de ser, e tenho como firme propósito potenciar e alimentar esses momentos.
É igualmente certo que me odeio em certos momentos e é difícil gostarmos de nós quando os recordamos, e são estes os que mais frequentemente me vêm à cabeça, mas tento olhar de fora com um sorriso paternal, e não os desculpar tanto como tentando ser compreensivo. Sou fraco muitas vezes, mesmo que isso não tenha sido sempre mau, fez-me viver coisas "proibidas" das quais retirei mais um ensinamento, e experiencia vital da qual afinal de contas estou orgulhoso, já que pouca gente tem a minha perspectiva.
A tarefa encomendada já está mais ou menos concluída, já me conheço... um pouco melhor. Todos os dias aprendo coisas novas de mim, também é certo, mas aceitei o básico.
Agora resta-me gostar de mim, e creio que vai ser uma tarefa diária, como é gostar de outra pessoa com os seus defeitos e fraquezas, com quem por vezes temos de ser compreensivos e tolerantes, e outras permitir-nos sentir orgulho e amor.


Alma às 08:50
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Sábado, 1 de Agosto de 2009

Sinceridade

Hoje fui sincero. Primeiro fui sincero comigo mesmo. À algum tempo que não me sentava a me ouvir, não queria conhecer as minhas razões, os meus sentimentos, medos e desejos. Depois fui sincero contigo... Não me pudeste ouvir mas falei-te. Tentei dizer-te tudo aquilo que nunca te disse. Contei-te até aquilo que não queria contar. Abri o meu coração para que pudesses ver os meus sentimentos... e senti medo! Não medo de te perder porque sei que não te tenho. É outro tipo de medo. Medo de me perder, de já me ter perdido!


Alma às 23:00
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Segunda-feira, 27 de Julho de 2009

Se pudesse...

Se me pudesse apaixonar, seria sem dúvida pelas coisas simples, pelos detalhes, pelos olhares, pelas sensações que provocam as palavras ditas do coração, não de um coração qualquer, mas sim de um coração romântico pendurado pelo tempo, de alguém que me roubasse suspiros mostrando interesse e não manipulação, de quem se aproxime de mim pelo que sou como pessoa e não pelas pessoas que posso conhecer, ou vendo como o poderei ajudar.

Se me pudesse apaixonar, fecharia os olhos e aprenderia novamente a confiar, teria de deixar de lado esta sensação defensiva, deixaria de lado este sentimento de fragilidade, para me sentir poderoso, sem duvidar de cada acto.

Se me pudesse apaixonar, seria por quem não se preocupasse com a distância ou com o tempo.

De quem me fizesse esquecer os nãos e me ensinasse a conquistar os sins, de quem apostasse em estar num todo, incluindo-me na sua vida sem duvidar como eu a incluiria a ela.

Se pudesse confiar novamente, poderia arrancar esta sensação de desconfiança, de medo de fracassar novamente, a não me sentir invadido pela vida de outros, a não me perder novamente atrás de alguém.

Se te pudesse chamar, gritando, à procura do teu nome nas nuvens com essa lua que sempre te chama, com essas sensações que teimam em não me abandonar, se te pudesse esquecer, fá-lo-ia, mas este coração não se esquece tão facilmente como eu. Se pudesse, se pudesse sem dúvida te chamaria.


Alma às 15:02
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Domingo, 19 de Julho de 2009

Reflexão sobre o amo-te

Há algum tempo li, algures num blog, um post sobre a necessidade de dar amor e abraços à descrição... Fez-me reflectir. Estava agora a pensar a quantas pessoas disse amo-te e quantas as que, mesmo sem o dizer, o sentimento é evidente. Muito bem, em resumo, não são assim tantas pessoas como eu pensava. Não serei uma pessoa carinhosa? Não sei, mas devo admitir que sou uma pessoa que só me dou com o trato... No início posso parecer um pouco distante, até frio, mas posso garantir-vos que o meu coração é quente e que nele pode caber muita mais gente que a que lá está. Até cabem pessoas que nem sonham poder lá entrar... Por exemplo tu...

 

 


Alma às 21:31
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